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Paula Theotonio fotografa carré de cordeiro com vinho | Blog Terroir

O dia em que decidi que ia mesmo fazer um blog sobre gastronomia, em agosto de 2014. Foto: Bricio Santana.

  • Por que “terroir?”

Emprestada do mundo dos vinhos, a palavra terroir (lê-se ‘terruá’) significa o conjunto de características especiais que a geografia, geologia e clima de um determinado local, interagindo com a genética das plantas, expressa em determinados produtos agrícolas. Na gastronomia, esse conceito significa uma culinária verdadeiramente regional, em que os pratos são produzidos com ingredientes tradicionalmente encontrados numa certa localidade, representando e traduzindo de forma única seu espírito e entorno.

Em sua coluna no site Vida Simples, o educador Eugenio Mussak lembrou que todo terroir também recebe influência de quem o guarda. Além do conhecimento e da dedicação, os guardiões desses locais são dotados de tamanha paixão que misturam sua vida àquilo. O terroir é, senão, um terreno com amor. Levando esse conceito à vida como um todo, acreditamos [eu e o Eugenio] que a grande busca de cada pessoa é pelo seu terroir – aquele local no qual você se sente em casa, onde você interage com amor, que te faz bem e em que você consegue ser pleno.

O filósofo Ortega y Gasset sentenciou: “O homem é o homem e sua circunstância”, e com isso quis dizer que ninguém é considerado independente do ambiente em que está inserido e sobre o qual exerce sua influência. Não importa se você é um empresário, cozinheiro ou dona de casa, quem olha para você olha ao mesmo tempo para o que você faz com o que está ao redor – MUSSAK, Eugenio.

O Vale do São Francisco é o meu terroir, é a terra com a qual me identifico e que desejo ver crescer. Mas não me resumirei a falar da minha realidade. O desafio é, ainda, visitar o terroir do leitor. Com tantos apaixonados, o Brasil é um imenso território de histórias fascinantes e sabores únicos. Como? Simples! Encontre-me no Instagram com a hashtag #MeuTerroir!

  • E como seria esse terroir do São Francisco?

A gastronomia do Vale do São Francisco é riquíssima e sustentada em quatro pilares: piscicultura, caprinovinocultura, fruticultura e vitivinicultura. A partir deles, são inúmeras as receitas com cari, tilápia, bode, carneiro, queijos e doces à base de leite de cabra, molhos e doces de frutas, vinhos e sucos de uva; ganhando roupagens tipicamente nordestinas ou inspiradas na culinária francesa, italiana e até oriental.

E as opções não param de crescer, bem como a demanda por novos serviços. Somente as cidades de Juazeiro/BA e Petrolina/PE, que polarizam a região, somam mais de 500 mil habitantes e têm um PIB de mais de R$ 5 bilhões (IBGE). Para ver fotos lindíssimas sobre o Vale do São Francisco, clique aqui.

  • Você escreve críticas?

Aqui no meu Terroir, você lerá minhas impressões pessoais sobre cada local que visito, levando em consideração preço, serviço, ambiente e, lógico, a comida ou a bebida. Espero que aprecie! 🙂

  • Você faz posts pagos?

O Terroir, por Paula Theotonio está disponível para estabelecer parcerias com empresas que acreditam na paixão do blog pelo Vale e na missão do veículo em fomentar ações que estimulam o desenvolvimento da cadeia gastronômica. Por primarmos pela transparência com os nossos leitores e patrocinadores, todos os posts, textos e coberturas fotográficas que tiverem patrocínio serão devidamente identificados com a categoria ‘publipost‘ e receberão o seguinte banner ao final:

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Vale lembrar que o post é produzido por mim, Paula Theotonio, assim como qualquer outro deste blog. A publicidade não é inimiga do Terroir e nem vai destruir seu conteúdo autoral e independente. Muito pelo contrário, é o meio hábil para fortalecimento dele e viabilização de novos projetos em várias frentes midiáticas. Ah, são tantos os planos… 🙂