A juazeiranidade cantada pelo intérprete e compositor Fatel não inspirou somente debates acalorados na web. Uma exposição fotográfica homônima à canção polêmica, vencedora pelo voto popular do 20º Festival Edésio Santos da Canção 2017, está aberta a visitação no Departamento de Ciências Humanas (DCH) – Campus III da Universidade do Estado de Bahia. Em foco, a história e o dia a dia da cidade de Juazeiro (BA).

São três mostras fotográficas em uma.

No saguão do prédio principal do DCH, estão registros históricos do município pertencentes ao acervo Maria Franca Pires.

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Acervo Maria Franca Pires

Já no prédio de pedagogia, é possível apreciar imagens feitas por estudantes da disciplina de Fotografia (ministrada pela professora e diretora do DCH, Márcia Guena em 2013) mostrando a rotina de moradores em diversos locais da cidade. Junto a elas, estão fotografias do projeto Corpoética, realizado em escolas públicas e que junta yoga à educomunicação.

Com curadoria de Márcia Guena, Priscila Brandão e Cássia Neiva, a exposição Juazeiranidade está disponível para visitação de segunda a sábado, das 14h às 20h, e ficará no local até o final do semestre.

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